Já bloguei aqui a primeira parte do filme Us Now que nos trás uma visão do que e como poderá se dar a alteração nos relacionamentos com base nas novas tecnologias.
Este blog tem por objetivo compartilhar informações através de artigos, sites, blogs, filmes, etc que julgo serem relevantes para todas as pessoas interessadas em avanços tecnológico, artísticos e intelectuais e seus efeitos nas dinâmicas de relacionamentos no mundo.
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Pirataria? Anarquia? Tente fazer sua própria reflexão!
Você é contra ou favor da Pirataria? O que estão falando sobre isto e o que isto representa? Já existe uma organização, Partido Pirata, que começa a discutir o tema. Veja abaixo uma amostra retirado do site deles sobre o assunto.
O Partido Pirata é um movimento que surgiu no Brasil no final de 2007 a partir da rede Internacional de Partidos Piratas, organização pela defesa ao acesso à informação, o compartilhamento do conhecimento, a transparência na gestão pública e a privacidade - direitos fundamentais que são ameaçados constantemente pelos governos e corporações para controlar e monitorar os cidadãos. Não acreditamos na "propriedade intelectual" e entendemos que sua defesa no âmbito digital implica no controle dos cidadãos e na supressão dos direitos civis e liberdades individuais fundamentais.
O Partido Pirata do Brasil defende ainda a inclusão digital, o uso de softwares livres e a construção de políticas públicas de forma efetivamente participativa e colaborativa. O Partido Pirata ainda não é institucionalizado. Mas não estamos esperando o reconhecimento oficial para buscar apoios e difundir nossas propostas. Elas estão em constante desenvolvimento pelos membros do Coletivo, que se comunicam através de ferramentas colaborativas e abertas ao público, como o fórum, wiki e lista de emails.
O Partido Pirata não se parece em nada com a instituição "Partido" a qual estamos acostumados: burocráticas, hierárquicas e verticalizadas. Atuamos de forma descentralizada e não hierárquica. Essa forma de agir, compartilhando e construindo conjuntamente as propostas, se associa diretamente a nossa própria identidade e à sociedade que queremos construir.
Àqueles que buscam modos abertos e transparentes de se fazer política, fica o convite para o ingresso no Partido Pirata.
O Partido Pirata é um movimento que surgiu no Brasil no final de 2007 a partir da rede Internacional de Partidos Piratas, organização pela defesa ao acesso à informação, o compartilhamento do conhecimento, a transparência na gestão pública e a privacidade - direitos fundamentais que são ameaçados constantemente pelos governos e corporações para controlar e monitorar os cidadãos. Não acreditamos na "propriedade intelectual" e entendemos que sua defesa no âmbito digital implica no controle dos cidadãos e na supressão dos direitos civis e liberdades individuais fundamentais.
O Partido Pirata do Brasil defende ainda a inclusão digital, o uso de softwares livres e a construção de políticas públicas de forma efetivamente participativa e colaborativa. O Partido Pirata ainda não é institucionalizado. Mas não estamos esperando o reconhecimento oficial para buscar apoios e difundir nossas propostas. Elas estão em constante desenvolvimento pelos membros do Coletivo, que se comunicam através de ferramentas colaborativas e abertas ao público, como o fórum, wiki e lista de emails.
O Partido Pirata não se parece em nada com a instituição "Partido" a qual estamos acostumados: burocráticas, hierárquicas e verticalizadas. Atuamos de forma descentralizada e não hierárquica. Essa forma de agir, compartilhando e construindo conjuntamente as propostas, se associa diretamente a nossa própria identidade e à sociedade que queremos construir.
Àqueles que buscam modos abertos e transparentes de se fazer política, fica o convite para o ingresso no Partido Pirata.
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Avanço do Twitter no mundo!
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Nova Economia, a Economia do Verde!!
Mais do que bater no velho tema de "Salve o Verde", cada vez mais temos assistido a um novo tema baseado na Economia do Verde! Se esta nova onda está baseada apenas em dar um incremento à economia mundial, ou se é para salvar a nossa existência neste planeta ainda não está muito claro, mas tem um tom social que soa bem. Este video segue basicamente o mesmo tema do Climate Savers, já postado aqui.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
2009 Ano Internacional da Astronomia
Neste ano, comemoram-se os 400 anos em que Galileu apontou seu telescópio para o espaço.Vale a pena conferir o vídeo que nos dá uma idéia do nosso tamanho perante o universo. Aos que desejarem se aprofundar clique aqui para ver outro filme relação terra/universo ou visitem o site sobre esta celebração clicando aqui
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Climate Savers
Neste video, alguns representantes de empresas como Coca-Cola, Johnson&Johnson, Sony, Nokia, HP entre outras dão uma prévia das discussões que deverão ocorrer em Dezembro em Copenhagem. Mais do que simplesmente "salvar o planeta" o vídeo chama a atenção para uma nova economia e oportunidades de negócios através do tema "Let the clean economy begin"
sábado, 15 de agosto de 2009
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
A História das Coisas! Uma visão do desenvolvimento econômico e seus impactos no mundo.
Este video de aproximadamente 20 min. traz de uma forma clara como as coisas acontecem economicamente no mundo e suas consequências. Abaixo, alguns tópicos tratados neste filme:
- das 100 maiores economias do mundo, 51 são corporações;
- nas últimas 3 décadas foram consumidos 33% das reservas de recursos naturais do planeta;
- nos Estados Unidos, apenas 4% das florestas são originais;
- se todos consumissem como os Estados Unidos (obsolescência percebida) necessitaríamos de 3 a 5 planeta
- origem do modelo de consumo americano se dá com Victor Luboux no governo do presidente Eisenhower
Se dê um tempo para refletir sobre o mesmo, vale a pena!
domingo, 9 de agosto de 2009
Novas tecnologias, novos relacionamentos, novas formas de Governo!?!?!?
As fronteiras entre cidadãos, governos e empresas já caíram e os que ainda não se deram conta poderão cair, ou sumir mais rápido do que podem imaginar. Nos sites de relacionamentos, consumidores expõem seus desejos, frustrações, e alegrias influenciando em tempo real diversas pessoas. No “Youtube”, vídeos são postados e assistidos por pessoas anônimas com uma velocidade e influência inimaginável poucos anos atrás.
Neste novo cenário, esconder-se de seu público, sejam as empresas de seus consumidores ou os políticos de seus eleitores, é o caminho mais curto para o seu desaparecimento. Neste tom, o cineasta inglês Ivo Gormley, disponibilizou de graça aqui um documentário, Us Now, sobre como as pessoas podem e devem influenciar nas decisões de instituições públicas e privadas e como estas devem ouvir os internautas sob risco de sumirem do mapa.
A justificativa de Ivo para essa mudança nas relações entre cidadãos e instituições é que, na era da internet, onde cada vez mais as pessoas publicam informações sobre si, as relações virtuais baseiam-se em índices de confiabilidade, os quais são medidos em sites como o Ebay, por exemplo, em que os vendedores são julgados pelos compradores. Quanto mais avaliações positivas o primeiro tiver, maior a rua reputação. E isso, como Ivo mostra em entrevistas e casos interessantes, também migra para o mundo real.
Neste novo cenário, esconder-se de seu público, sejam as empresas de seus consumidores ou os políticos de seus eleitores, é o caminho mais curto para o seu desaparecimento. Neste tom, o cineasta inglês Ivo Gormley, disponibilizou de graça aqui um documentário, Us Now, sobre como as pessoas podem e devem influenciar nas decisões de instituições públicas e privadas e como estas devem ouvir os internautas sob risco de sumirem do mapa.
A justificativa de Ivo para essa mudança nas relações entre cidadãos e instituições é que, na era da internet, onde cada vez mais as pessoas publicam informações sobre si, as relações virtuais baseiam-se em índices de confiabilidade, os quais são medidos em sites como o Ebay, por exemplo, em que os vendedores são julgados pelos compradores. Quanto mais avaliações positivas o primeiro tiver, maior a rua reputação. E isso, como Ivo mostra em entrevistas e casos interessantes, também migra para o mundo real.
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